segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Interesses
Ainda acredito em relações livres de interesses. Aquele sentimento puro e babaca que só sentimos quando somos crianças. O que mais me admira no ser humano é a sua capacidade de se relacionar puramente por interesse, por saber que pode e vai receber algo em troca. Ah, claro, exceto quando o interesse é receber amor e amizade de volta, aí sim, pode ser interesseiro. Mas me refiro à outras coisas. À interesses mínimos, à interesses mesquinhos. Só me resta pensar que é incompetência, que não consegue sozinho (a) e precisa do outro pra conseguir. Mais parecem cachorros que estão sendo ensinados a pular, dar patinha e fingir morte por um pedacinho de carne de quinta! Merecem um show de talentos! Eu sei que, na vida, não se consegue nada sozinho, que precisamos uns dos outros pra chegar lá. Mas que esse precisar seja claro e definido. Que não seja uma troca de favores, ou pior, um sentimento em troca de um favor. Isso é nojento! É podre! É baixo! Acho que é por isso que eu ainda não me encaixei por aqui, ainda não me encontrei... Porque ainda sou uma criança babaca, e como diria Cássia Eller " e não conheço a verdade"
domingo, 4 de agosto de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
sábado, 8 de dezembro de 2012
Confissões
“É
engraçado como depositamos tanta confiança e tantos sentimentos nas pessoas. Em
pessoas que achávamos conhecer, mas que no fim se mostraram iguais a todos. E
por esperar demais, sonhar demais, criar expectativas demais, sempre acabamos
nos decepcionando e nos machucando cada vez mais” Dalai Lama
Meu
problema sempre foi esse. Não que ser igual a todos seja um defeito, vai ver eu
é que superelevei quem eu achava conhecer. Vai ver meus sentimentos eram tão
fortes que eu pintei uma santidade inexistente.
Sempre
achei que pudesse encontrar pessoas que tivessem sentimentos e atitudes nobres,
tudo bem eu não sou perfeita. Longe, muito longe disso. Mas existem pequenas
coisas que fazem tanta diferença. A exemplo da sensibilidade, do tato... Do
entender tanto o que o outro está sentindo ao ponto de sentir em você mesmo.
Mas
quanto egoísmo seu Bárbara! Querer que os outros fiquem tristes só porque você
está mal!! Sim, mas eu pedi pra alguém me prometer amizade e amor eterno? Eu
pedi? Não recordo. Mas me recordo que prometi, me recordo de chorar várias
vezes por ver quem eu amo mal. Mas como você ruim Bárbara, jogando na cara tudo
o que fez, isso não se faz! Sim, mas todo mundo me conhece e sabe que não sou
hipócrita de dizer que faço tudo sem esperar nada em troca. Eu quero sim
receber a atenção e a sensibilidade que tenho com quem gosto. Mas hoje eu
aprendi coisas valiosíssimas. Aprendi mesmo, e toda vez que passar por algo
parecido vou me lembrar disso e saber exatamente o que fazer.
Aprendi
que independente de como eu esteja, só eu vou conseguir sair de onde estou.
Aprendi que por mais que doa só eu vou chorar por mim e saber onde dói. Aprendi
que minha tristeza é minha tristeza, ninguém vai ficar triste comigo. Ou se
ficar, será bem pouco... O tempo de suas alegrias serem mais relevantes.
Aprendi
que depositar minha alegria e meu bem - estar nos outros é se autodestruir, é
loucura. Ninguém jamais vai retribuir isso. É inerente ao ser humano o egoísmo,
o individualismo... Mesmo que nivelado, uma hora tudo fica claro. Mesmo que
demore de mostrar, vai chegar um momento que não terá jeito. “ Ele ou eu? EU
SEMPRE!”
Mas
você queria que fosse diferente Bárbara? Não, claro que não. Eu só queria
também pensar assim. Aliás, não. Não quero pensar assim não. Ou eu seria exatamente
o que eu repudio nos outros.
Enfim,
“viver é bom” ( Zeca Baleiro ). Confio no que ele diz, vai ver eu que não sei
viver. Mas como diria Fernando Pessoa: Eu não tenho parte nisso tudo. E não
tenho mesmo. Com certeza vou me adequar direitinho, sei me quebrar e me colar.
Sei me moldar sem perder a essência, o caráter, os valores. Cada um terá de mim
o que merecer. Mas um conselho, “ No amor e na vingança a mulher é sempre mais
BÁRBARA que o homem!”
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Limpeza
Abri meu guarda-roupa e decidi que tiraria tudo o que não servia mais. Para cada peça eu tinha um motivo para descarte. Quando me dei conta, ficaram tão poucas peças que levei um susto! Percebi que, na verdade, aquelas peças jamais fizeram parte realmente do meu guarda-roupa, e que deixá-las lá só estava impedindo que novas roupas chegassem. Hoje, tenho pouquíssimas peças, que consegui com muito esforço. E as peças que faltavam, chegaram. Estou feliz por ter me desfeito das roupas que achava que me caiam bem, mas que na verdade, NUNCA ME SERVIRAM. Feliz pelas novas, que me caem divinamente!!!!
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